terça-feira, 16 de agosto de 2011

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL COMO FATOR DE EMPREGABILIDADE


O assunto Inteligência Emocional, sempre me chamou a atenção pela forma como comprova cientificamente a importância de alcançarmos o controle sobre as nossas emoções. O coeficiente intelectual (QI) é relevante para o individuo obter sucesso profissional, mas é comprovado não ser a garantia absoluta de sucesso. O coeficiente emocional (QE) deve ser conhecido e desenvolvido por profissionais que buscam manter-se no mercado de trabalho e utilizá-lo como mais um fator de empregabilidade, e nas organizações como “empresabilidade”, para melhores índices de  produtividade. Muitos profissionais de renome e com grande conhecimento em suas áreas caíram justamente por não ter habilidades emocionais e não decifrar, reconhecer, seus próprios sentimentos. Já nas organizações a falta de preocupação nesta área pode gerar aumento de turnover.
Um dado importante foi apresentado pela Curriculum, empresa na área de RH, ao realizar uma pesquisa junto a 400 empresas para descobrir fatores que levam um funcionário a ser dispensado. A pesquisa revelou que 34,1% destas empresas apontaram as atitudes comportamentais como o grande responsável pelas demissões.  28,1 apontam que demitem por baixo desempenho. Revelam ainda que esses dois fatores estão mais presentes na geração Y.
Dificuldade de trabalhar em equipe, problemas de relacionamento, comportamentos inadequados, falta de postura, ausência de empatia, podem e devem ser combatidas por ações desenvolvidas principalmente pelos Recursos Humanos com vistas a melhorar o ambiente interno e deixá-lo mais produtivo. Parte também do individuo, perceber tais dificuldades comportamentais e buscar o crescimento do seu QE, como geralmente faz com o QI.
Leia aqui a pesquisa e assista o vídeo com a entrevista do presidente da Curriculum, Marcelo Abrileri.